
Na semana passada vi e entrei na ilha imaginária dos monstros mais que humanos com Max. Com todas as críticas que li a respeito, me achei como o protagonista de 8, 9 anos, não entendendo muito bem as complicações de convivência, amor e individualidade dos monstros. Chorei. Me senti tão desprotegida quanto Max, sem o iglu ou o amontoado na hora de dormir.
Os monstros estão dentro da gente. Mas por toda a vida, ou só enquanto nos damos o direito de sentir falta, gargalhar, correr sem rumo, chorar e abraçar infinitamente quem se gosta?
Olha... Se crescer é esquecer dos monstros, acho que não vou crescer nunca.
Os monstros estão dentro da gente. Mas por toda a vida, ou só enquanto nos damos o direito de sentir falta, gargalhar, correr sem rumo, chorar e abraçar infinitamente quem se gosta?
Olha... Se crescer é esquecer dos monstros, acho que não vou crescer nunca.
